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2008

3 January 2008

Mais um ano passou, mais um ano chegou. Muito sinceramente, não vejo nenhuma diferença entre o último dia de 2007 e o primeiro de 2008: é apenas mais um dia. A grande diferença é, talvez, a energia renovada. Há a tendência de se ver um novo ano como um novo começo, com as famosas ‘New Year’s resolutions’. Por um lado, é um tanto ilógico. Quero dizer, porque esperar um novo ano para uma mudança só porque o calendário dita que é o começo de um novo tempo? Revolução e mudança não precisam de hora e dia marcados. De qualquer maneira, isso não deixa de ser um incentivo àqueles que procuram algo de novo, por algum lado há que começar. E soa bonito ser no primeiro dia do ano. Pessoalmente, para as minhas resoluções de ano novo tenho como tópico único e principal a continuação de tudo o que tenho vindo a programar, sem desanimar nem deixar nada por fazer. E talvez não faltar tanto às aulas de natação, ok.

Quanto à festa de passagem de ano, não foi nada de especial. Estive no rancho com a família e acabamos por ir para o rancho vizinho depois da meia-noite fazer uma pequena festa improvisada. Foi bom! Aqui no Brasil há o costume de se vestir de branco no reveillon. Aqui associam-se as cores a diferentes desejos: verde, esperança; azul, tranquilidade; cor-de-rosa, amor; vermelho, paixão, etc etc. O branco, no caso, corresponde a paz. É claro que a maioria se veste de branco mais por questão de costume do que propriamente pelo desejo de paz. Se bem que, mesmo parecendo banal desejar paz, no fundo não o é. Afinal, quem se encontra em perfeita paz consigo mesmo? O dia seguinte à festa de ano novo foi passado numa incurável preguiça. Normal, há que recuperar-se da festa. (:

Ontem fui com uns familiares de Brasília ao ‘Paraíso Perdido’, um sítio próximo do rancho onde estávamos que tem várias cascatas. A experiência foi indescritível… Haviam sítios que lembravam paisagens de revistas de agências de viagens, o que parece impossível de existir. Mas para chegarmos a várias cascatas tinhamos de passar por sítios que à primeira vista dão bastante medo: dificeis de ‘escalar’, com pedras escorregadias. Uma boa dose de coragem foi indispensável nessas alturas. Mas depois a vista e a sensação de ‘we did it!’ eram bastante recompensantes. Bastante. Tirei algumas fotos, não de tudo no entanto – houve uma altura que deixei a minha máquina fotográfica com alguns do grupo que decidiram não arriscar, porque era um bocado arriscado levá-la comigo, e por isso não pude tirar fotos de algumas cascatas. De qualquer maneira, tenho algumas, o que já não é mau. Quando passá-las para o computador, ponho aqui algumas no próximo post.

De resto, nada de mais por agora. Depois de amanhã já vou voltar para a terrinha, retomar a rotina, rever os amigos e os pais, que as saudades já apertam e o dever me chama. Se bem que estas férias vão deixar saudades. E quantas…

Um bom ano para todos! (:

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